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terça-feira, 4 de fevereiro de 2025

WWE 2k25: we're SO fucking back


Pra alguns, é Lol.

Outros, são viciados em FIFA.

No meu caso, são os jogos da WWE da 2k.

Sério, eu devo ter alguns milhares de horas gastos jogando esses games.

Meu primeiro contato foi o wwe 2k15 pra ps3, comprado pq eu queria o ultimo jogo do tipo a ter no roster de personagens jogáveis Jeff Hardy e CM Punk. 

De lá pra cá, joguei todos até o 2020.

O 2019 foi a perfeição e eu sinceramente era incapaz de ver como evoluir o negócio.

Aí veio a edição do ano seguinte... e matérias e textos e vídeos já foram feitos sobre o retumbante fracasso que foi essa encarnação do jogo. A primeira sem a Yuke's, produtora de games de wrestling da WWE desde que o universo era jovem (sério, a parceria entre as duas empresas começa em 2000). Os responsáveis decidiram ser ambiciosos e mudar a jogabilidade (os controles permaneciam os mesmos desde 2012, se não me engano), tentando redirecionar a nova fase desses jogos, deixando de serem simuladores de wrestling para uma coisa com mentalidade mais arcade envolvendo combinação de botões, combos, etc.

Sério, foi um fiasco histórico. Não apenas pelos novos controles, mas por bugs e mais bugs. Sério, procurem no youtube alguns vídeos coletando todos os bugs do wwe 2k20. Mesmo o wwe 2k19 não era perfeito, com um ou outro bugzinho menor rolando aqui e ali, mas nada que quebrava o jogo inteiro como foi na versão seguinte.

Novamente, histórico. Não pelas razões certas.

Rolou pedido de desculpas oficial e um hiato maior para a produção de novas versões do jogo. Dois anos depois veio o 2k22, aparentemente mais polido e agora sim, jogável.

De lá pra cá, o jogo vem sofrendo mudanças, inclusive na jogabilidade que, pra agradar os fãs, tentou achar um meio termo entre os controles clássicos e os novos.

Final do ano passado tinha uma daquelas promoções absurdas na ps store e decidi pegar o wwe 2k24 pq o roster tava insano. Walter, Dragunov, Punk, Terry Funk, Dudley Boyz.

O modo creator do jogo, tava bem mais refinado, permitindo aos usuários customizarem seus jogadores, podendo replicar lutadores de outras promotions e criarem dream matches impossíveis.

Resultado: I'm back. Já acostumei com os novos controles e o resto é memória muscular dos anos e anos (e anos e anos) jogando as versões anteriores. Já terminei o modo Showcase, que coloca o jogador na posição de recriar alguns momentos clássicos das mais de 4 décadas do Wrestlemania, maior evento de wrestling da WWE (e do mundo).

Os modos career (onde criamos um wrestler do zero e seguimos em uma história com começo, meio e fim) são mega divertidos. E até o my faction (Uma espécie de mini game de cartas, coisa da qual sempre tive ranço) é divertidinho.

E aí, dia 28 passado, surgiram as primeiras notícias oficiais da versão desse ano. Primeiramente, underground matches.

Pra mim, uma das maiores graças do 2k24 é a presença de casket matches e ambulance matches (lutas que terminam quando você, respectivamente, encerra seu oponente em um caixão ou em uma ambulância. O nome é bem auto explicativo :-)...). Mas underground matches...okay... (lutas sem ringue, onde o objetivo é malhar o coleguinha na porrada até ele desmair ou desistir. Dá um ar mais realista pra coisa).

Além disso, o retorno de chain wrestling. Parece um detalhe bobo, mas existe um motivo pra chain wrestling (aquele momento em que os lutadores se enfiam em chaves de braço) existir nas lutas. Pros dois no ringue, é o momento de dar um descanso e respirar entre um power move e outro. E pra gente, assistindo, é pra dar uma pausa, um momento de calma no meio da tempestade.

Esse é um ponto em que eu sempre bato: o legal da arte é a diversidade de tons. Música, por exemplo, trabalha com múltiplas notas, que se alternam em diferentes tempos. Dissonância. E dessa bagunça ordenada, surge harmonia.

Mesma coisa no pro-wrestling. E mesma coisa no jogo. Chain wrestling confere certa densidade, agrega certo elemento de realidade nas partidas, tal qual os mini-games de disputa de socos (onde os dois lutadores alternam socos até um deles cair) ou mesmo certos detalhes puramente visuais, como o pin exausto, em que depois de um finisher, seu personagem cai sem forças e vc tem que guia-lo até o corpo do oponente pra tentar a vitória. Ou a forma como os personagens vão ficando mais suados e lentos conforme a partida avança. Novamente, detalhezinhos que vão conferindo gravitas pra quem tá jogando e eu fico feliz que os responsáveis pelo jogo tenham entendido a importância deles a ponto de colocarem eles no produto final (ou recuperarem de versões anteriores do joguinho).

Além de tudo isso, tem o detalhe das capas. Ser a pessoa na capa desses jogos sempre foi algo de muito prestígio entre os fãs. Randy Orton, Cm Punk, Stone Cold, John Cena (duas vezes), Brock Lesnar, Seth Rollins, AJ Styles, Rey Mysterio e Cody Rhodes já posaram pra capa de versões do jogo.

Em 2020, seria a hora de Roman Reigns aparecer na capa. Além disso, a primeira edição do jogo com uma mulher, onde ele dividiria a posição com THE MAN, Becky Lynch.

Infelizmente foi o que foi e nem essa alegria o coitado do líder do Roman Empire teve. Mas o tempo cura feridas. Muita água passou por essa ponte, Roman deixou de ser odiado pelo fandom pra ser o megastar que a WWE sempre quis que ele fosse. O sujeito foi detentor dos dois principais cinturões da promotion por mais de QUATRO ANOS. 


E agora, que parece que os games da 2k são "cool again" (algo que você pode dizer a respeito da própria WWE, inclusive), finalmente Roman pode ter seu momento ao sol e conquistar merecidamente sua posição na capa de uma edição deles.



Versões alternativas da capa ainda trazem o Undertaker, que também vai ter versão do Showcase focada em seus mais de 30 anos de carreira, além da faction liderada por Reigns e que tem sido o centro das histórias da WWE, a Bloodline, onde o Tribal Chief divide posição com seus "parceiros de crime" Solo Sikoa, Tama Tonga e Tanga Loa (os Guerrillas of Destiny), Jay e Jimmy Uso, o Samoan Werewolf Jacob Fatu, o Uce honorário Sami Zayn e, claro, o homem por trás das sombras e manager do time, Paul Heyman. 

O trailer do negócio tá lindo...


Se tiverem de fato adicionado novos elementos legais e aperfeiçoado alguns elementos da versão anterior, podemos estar diante da encarnação do game que vai ser a referência pros próximos anos da franquia. 
Fico aqui no aguardo. 
Falo mais conforme forem saindo novidades e, claro, quando finalmente colocar minhas patas ursídeas no jogo de fato.

#Too Sweet.

sexta-feira, 23 de junho de 2023

Ring the Bell#15: Effy vs Matt Cardona (GCW, 2021)



Último "ring the bell" da semana e fechamos com uma luta mega divertida de 2021: O Ex-Zach Ryder e um dos melhores heels de tempos recentes, Matt Cardona vs a personalidade de internet, podcaster e um de meus wrestlers favoritos: Effy. Esta match é pelo Internet Title, a menina dos olhos do mr. Woo Woo Woo. E na GCW!!!! Ou seja, já sabem que o negócio vai ser selvagem...




quinta-feira, 22 de junho de 2023

Ring the Bell #14: Cm Punk vs Samoa Joe I (ROH, 2004)


Estamos em 2023, AEW Colision acabou de estrear e no main event do episódio de estréia, temos uma tag match que coloca em lados opostos Samoa Joe e Cm Punk, pela primeira fez em quase 20 anos. E mesmo assim, com mais de uma década sem lutarem um com o outro, você conseguia sentir a energia no público. Por que? Exatamente pela sequência de lutas que eles tiveram, anos atrás.
Sério, se alguém quiser colocar alguma das 3 matches que compõem a clássica trilogia de Punk vs Joe na ROH em disputa pelo Ring of Honor world championship como "A" melhor luta que o pro wrestling já criou, disputando o topo com Toyota vs Inoue ou Misawa vs Kawada, eu vou entender.
Não vou entrar no vespeiro se, de fato, ela é a melhor coisa que o professional wrestling já produziu, mas vou entender. 
Eu tento colocar lutas aqui curtinhas, pra vocês poderem ver durante o horário do almoço. Mas nesse caso, postei aqui a primeira das 3 lutas entre essas duas lendas da luta livre e ela tem mais de uma hora de duração. Bom, fica valendo pelos últimos dias em que, por motivos de força maior, não consegui postar novos episódios da "Ring the bell" aqui. (Inclusive, mals aê por isso).

Okay? Okay.
So, sem mais delongas: ring the mothafucking bell.



sexta-feira, 16 de junho de 2023

Ring the Bell #13: Trish Adora vs Lee Moriarty (Battle Club Pro, 2022)

 



Pela primeira vez, um lutador reaparecendo aqui nessa seção do blog. Desta vez, Lee Moriarty vai se ver frente-a-frente com uma das minhas wrestlers favoritas atualmente: Trish Adora. Em uma luta disputando aquele que é, sem brincadeira, um dos title belts mais bonitos que já vi na vida: O Pan-Afrikan World Diaspora Championship.


Eu não disse? Puta cinturão bonito. 

Enfim, dois dos meus nomes favoritos do atual cenário de luta livre em uma luta bem legal. 

So, sem mais delongas, ring the fucking bell...







quinta-feira, 15 de junho de 2023

Ring the Bell #12: Sgt. Slaughter vs The Iron Sheik - Boot Camp Match (WWF on MSG, 1984)

 


A última parte da famosa trilogia de lutas entre o Sargent Slaughter e o Iron Sheik. E segundo críticos, a melhor delas. Direto do MSG, baby!!!!
#RIPIronSheik



quarta-feira, 14 de junho de 2023

Los Campeones Justicieros


 "Universo compartilhado" é isso aqui. O resto é imperialismo ianque. 




Ring the Bell #11: Ilja Dragunov vs WALTER (NXT UK, 2020)

 



Essa aqui é uma luta que se beneficiou das restrições estabelecidas durante o auge da COVID. Sem audiência, em um estúdio quase vazio, acabamos ouvindo de forma cruelmente cristalina os sons dos impactos. Cada soco, cada bicuda, cada slam e, claro, cada um dos tapões que WALTER disfere contra Dragunov.
Um dos combates mais ignorantes que eu já vi em todos esses anos vendo wrestling. Duvidam? Então só dêem o play.

terça-feira, 13 de junho de 2023


 

Ring the Bell #10: Ricochet vs Will Ospreay (NJPW Best of Super Juniors XXIII, 2016)

 


Aqui é simples: dois dos melhores do mundo. Ombro a ombro com nomes como Eddie Guerrero, Rey Mysterio, Thunder Liger, Hayabusa e outros.

Infelizmente, Ricochet não é tratado como merece na WWE, apesar de uma passagem excelente pela NXT em sua era de ouro. Enquanto isso, Ospreay vem frequentemente entregando luta clássica atrás de luta clássica. 

É a mais óbvia das idéias jogar um contra o outro. E o resultado, vocês podem ver abaixo...

Mágicka. Simplesmente mágicka.

quarta-feira, 7 de junho de 2023

Ring the Bell #09: Team Leyenda Americana vs Team Terror Purpura (Triplemania 29, 2021)


 
Desculpem a ausência ontem, crianças, mas foi por motivos alheios à vontade do tio Hak. 
Pra compensar, trouxe hoje uma pérola do wrestling mexicano que une duas das melhores coisas do mundo: gibis e lucha libre.
Graças a uma parceria entre a Marvel e a AAA, tivemos, no principal evento da promotion, o Triplemania, esse ultimate choque do bem vs o mal: o time da Leyenda Americana, Aracno e Estrella Cosmica vs a aliança sinistra de Picadura Letal (a quinta série em todos nós manda lembrança), El Venenoide, e El Terror Púrpura. 
Notem o cinturão que Than...digo, que el Terror Púrpura carrega com ele.
Chef's kiss, dudes... Puro creme da awesomeness!!!!!



segunda-feira, 5 de junho de 2023

Ring the Bell #08: Kenoh vs Kaito Kiyomiya (NOAH, 2022)


 FELIZ ANO NOVO, ÍMPIOS.

Sim, porque pro fã de pro-wrestling, o ano só começa depois do Domínion, o segundo maior evento da NJPW, onde é anunciado o roster do maior torneio de luta livre do mundo, o G1 Climax. O G1 é um evento tipo "pontos corridos", onde dois grupos de lutadores se enfrentam por mais ou menos 2 meses. Os 2 líderes de cada bloco vão para a final e o vencedor desse combate é consagrado como o vencedor do torneio, além de também receber a chance de uma title match futura no principal evento da promotion, o Wrestle Kingdom.

Depois de uns anos meio mornos, por causa da COVID, finalmente temos um G1 com um grupo de lutadores diversificado, cheio de galera do dojo americano e alguns nomes inesperados. Os dois que botaram um sorriso no meu rosto quando vi o anúncio: o mad king Eddie Kingston e o atual GHC Heavyweight champion da NOAH, Kaito Kiyomiya.

Confesso que, salvo a luta que teve no começo do ano contra Okada, não conhecia nada de Kiyomiya, então, fui atrás e, lei do menor esforço, comecei com o Youtube. E, de fato, a página da NOAH lá traz várias lutas grandes, incluindo disputas pelos títulos, na íntegra, pra ver.

E foi assim que eu caí nessa, onde  Kiyomiya vai atrás do segundo maior cinturão da NOAH, o GHC National championship, contra seu então detentor, Kenoh.

Toca o sino e dude... é umas cotovelada estalada, uns socão vistoso e uns chutaço que, tipo, cobrança de pênalti no peito do amiguinho.

Sério, é de uma ignorância que enche os olhos. Confesso que o final foi brutal num nível que fiquei achando, por uns segundos, que o perdedor tinha sido nocauteado de verdade. É bom NESSE nível.

Vou ver mais coisa de Kiyomiya. Se for consistentemente nesse nível, acho que vou acabar virando fã da NOAH.

Por hora, é isso. Aproveitem, guris.


 

sexta-feira, 2 de junho de 2023

Ring the Bell #07: Terrible Ted vs Gene Dubois


Gosto de pensar que esta seção do blog tem um caráter educacional, funcionando como possível porta de entrada pra galera que gostaria, mas nunca acompanhou wrestling. 
Em sendo este o caso, a entrada de hoje tem uma função didática bastante simples: lembrar a vocês que professional wrestling pode ser, e não raramente de fato é, uma parada muito... muito, .... MUITO estranha.
Mas maravilhosamente estranha, preciso dizer.... 

now... ring the bell...



 

quinta-feira, 1 de junho de 2023

Ring the Bell #06: Eddie Kingston vs Chris Hero (AIW, 2014)



Quando foi anunciado, no PPV mais recente da ROH, que Claudio Castagnolli e Eddie Kingston iriam um contra o outro pelo Ring of Honor World Title, todo mundo se animou. E isso porque é público que existe, já há algum tempo, certa "animosidade" entre esses dois, na vida real.
E a verdade é que quando as linhas entre o real e o kayfabe se misturam, é quando as coisas ficam interessantes.
Existe um sem número de outros feuds do wrestling que envolviam wrestlers que não se bicavam muito - ou mesmo se odiavam - e isso acabava tendo resultados instáveis. As vezes, os dois conseguiam esconder o desafeto mútuo em nome da arte e as coisas davam bons resultados (vide a feud na AEW entre Eddie e Punk).
Em outros casos, os combustíveis envolvidos eram voláteis demais e a coisa saia do controle do booker e de todo mundo envolvido.
No caso acima mencionado, Claudio vs o Mad King, rendeu uma luta incrível. 

Mas.... existe um outro. Um nome que é, de fato, um desafeto do Rei Louco ainda maior que Claudio. Existe um caso de dois wrestlers que de fato, REALMENTE não tem qualquer apreço um pelo outro.
Eu não sei exatamente a fonte da celeuma, mas existem poucas feuds reais mais famosas na luta livre do que Eddie Kingston e Chris Hero. 
So... porque não aproveitar isso e botar os dois, que nessa época já não iam com a cara um do outro, no mesmo ringue.
As vezes, dá ruim. No caso da luta que posto aqui, funcionou e o resultado é mágico. :-)



quarta-feira, 31 de maio de 2023

Ring the Bell#05: PAC vs Cara Noir (Riptide, 2019)

 



Essa tava na minha lista de melhores lutas de 2019. Chega a arrepiar quando eu lembro da entrada do PAC,maluco.
Contexto: PAC,depois de uma saída turbulenta da WWE tava de molho, esperando vencer a clausula contratual que estabelecia um hiato de 90 dias entre a saída oficial dele do roster da World Wrestling Entertainment até ele poder aparecer em uma concorrente. Isso depois de mais de ano com ele de molho, já que a empresa dos McMahon não queria demitir o cara mas também não queriam usa-lo na TV.
E então, ele finalmente conseguiu seu release. Alguns meses depois, ele volta pra promotion onde se consagrou, a DragonGate e consegue o principal título da companhia, o "Open the Dream Gate" championship. Mas até então, ele não tinha dado as caras em alguma promotion americana ou européia.  
Passado algum tempo, é anunciado combate entre o cisne negro, Cara Noir e um misterioso oponente em um dos eventos da Riptide.
Cara faz sua entrada típica, ao som de "o lago dos cisnes".
E então a ring anouncer apresenta o "mystery oponent".
E então.... dude.... é UNLEASH HELL...






terça-feira, 30 de maio de 2023

Ring the bell #04: "The Revolutionary" Darius Lockhart vs Lee "Taigastyle" Moriarty (Enjoy's NIGHT MOVES s03e04, 2022)



Essa é uma luta não muito famosa, mas que eu gosto demais e, admito, já na época, quando foi anunciada, me deixou no hype: Darius Lockhart vs Taigastyle, Lee Moriarty. 30 minutinhos de, seguindo o tema de ontem, dois jovens wrestlers enquanto constroem seus respectivos nomes no cenário independente. Não conhecia muito da carreira pregressa de Lockhart, mas o pouco que vi me deixou interessado. Já Lee, eu já conhecia por causa do material que tu encontra no youtube. E, pros mais aficionados, se vocês assinarem a IWTV, plataforma de streaming que coleciona centenas de promotions de wrestling em seu catálogo (sério, não é jaba, não tô ganhando um puto com isso. É só pq é bom mesmo: o negócio tem mais wrestling independente do que vocês vão conseguir consumir em duas vidas. Única treta é que, por ser um serviço gringo, vocês vão ter que ter um cartão de crédito internacional se quiserem assinar o serviço), vão achar a série "the life of...", um doc. em alguns episódios mostrando a vida e o dia-a-dia de alguns dos nomes mais interessantes do cenário de luta livre independente e um dos episódios é sobre Lee. Recomendo bastante (outro episódio focando em outra favorita minha, Trish Adora, também é bem legal). 
Infelizmente, Darius parece ter se aposentado. Não achei nada oficial, exceto um tuíte dele de 2022 onde o wrestler declarava ter se desencantado um pouco com luta livre e decidiu dar um tempo do negócio. Já Moriarty, pode ser visto quase toda semana nos programas da AEW, promotion com a qual assinou, ano passado. 
Enfim, 30 minutinhos de violência e technical wrestling pra animar o horário de almoço de vocês nesta nublada terça feira, crianças.
Volto amanhã com mais luta livre.
Hasta.
#TOOSWEET



 

sexta-feira, 26 de maio de 2023

Ring the Bell #02: Cm Punk vs Brock Lesnar (Summerslam 2013)

Yo, ímpios.


Edição nova da Ring the Bell pra acompanhar os senhores na sagrada hora da refeição diária. E dessa vez, vamos com um clássico que durante um bom tempo foi minha luta favorita e, ainda hoje, é a luta que eu mostraria pra qualquer um que queira começar a ver wrestling. "The Best vs The Beast", pra mim, resume em seus quase 40 minutos, tudo de apaixonante que existe nessa mídia: temos o lance de Davi vs Golias. Clímax e anticlímax. Toneladas de drama. Bem vs Mal. 

E a resolução, que, se por um lado, nos lembra que nem sempre o "herói" vai ganhar, por outro, as vezes não é sobre vencer ou perder, mas sobre lutar e dar 100% de si. E ver o olhar de apreensão vindo de volta de alguém que se achava, até então, inatingível. 

É isso, senhores. Divirtam-se. Nos vemos novamente segunda-feira. Aproveitem o final de semana.

Now ring the fucking bell.  

 

quinta-feira, 25 de maio de 2023

Ring the bell #01: Sabu vs Terry Funk - barbedwired match (ECW: Born to be wired, 1997)



Seção nova aqui no blog, fiotes.

Deu meio dia, hora do almoço, hora sagrada, fominha, hora do proletariado ir resgatar algum descanso das mãos de seus empregadores. 

Que tal, nessa hora, você tirar um tempinho para apreciar o "the one TRUE sport", o esporte "verdadeiro" e curtir alguns dos maiores clássicos de sua secular história?

Pois é, crianças. Agora, todo dia, lá pelas 11h30, voi subir um combate aqui no blog para você poder apreciar enquanto bate aquela marmitinha febrosa. 

Bem vindos ao "Ring the Bell": seu arroz, feijão, bife e ovo frito regado com um tiquinho de sangue.

Pra começar, falemos de sangue: pensei em pegar leve na primeira entrada desta nova seção aqui no Groselha, mas vcs conhecem o tio Urso, certo? "Go hard or go home".

Então, inspirado pelo ep. de ontem do Dynamite, decidi resgatar um clássico da ECW: Terry Funk, uma das maiores lendas do hardcore wrestling vs the HOMICIDAL, SUICIDAL, GENOCIDAL Sabu, em uma barbedwired match (versão hardcore de wrestling onde as cordas do ringue são substituídas por arame farpado para que você possa rasgar, lacerar e fazer toda sorte de miséria com a carcaça de seu coleguinha).

Pessoas de estômago fraco talvez devessem considerar terminar de comer antes de dar o play no vídeo abaixo, mas hey: eu não sou pai de ninguém.

De segunda a sexta, as 11h30, fiotes, tem lutinha nova aqui. Technical wrestling, Deathmatch, Joshi, Comedy wrestling, wrestling à moda antiga, gimmick matches. Todos os estilos vão ter sua vez.

Vejo vocês amanhã, ímpios.

Now ring the fucking bell.  

quarta-feira, 3 de maio de 2023

Just Too Sweeeet: os 10 anos do Bullet Club.

 Nossa história é cheia de criaturas fantásticas. Demônios, esqueletos (ninguém vai apagar a memória do bone soldier original), cafetões, coelhinhas. É uma história cheia de traição, violência, coragem, violência, lealdade e muita, mas MUITA violência. 

A diferença fundamental de outros contos fabulescos da mesma natureza, que também normalmente envolvem homens e mulheres enfrentando deuses, máquinas e toda sorte de monstros é que, ao contrário daqueles, este não começa com uma princesa. Mas um príncipe. 

Hoje, dia 03 de Maio de 2023, a maior facção da história do pro-wrestling completa 10 anos. E sim, eu sei que vai ter meia duzia já esperneando dizendo "mas e a NWO?" e, não só vou passar os próximos parágrafos tentando provar porque, a longo prazo, o grupo do qual iremos falar neste texto é mais influente e com histórias melhores do que aquele que lhe serviu como fonte de inspiração, mas porque, também, ele segue como uma continuação, como a nova geração de outsiders. Da mesma forma que a AEW é filha direta da pipebomb do Punk, a NWO também evoluiu para algo maior que ela própria. 

E este texto narra um pouco da história desses homens e mulheres. Porque hoje é o aniversário de uma década do BULLET CLUB. 


Como eu disse antes, nossa história, e a do BC, começa com um príncipe. Mais precisamente, Prince Devitt. 


Depois de muito sucesso como parte da Jr. heavyweight (o equivalente aos cruiserweights da WWE) da New Japan Pro Wrestling e igual sucesso na divisão de tag teams, onde, junto com Ryosuke Taguchi, formava a Apollo 55, Devitt decidiu tentar vôos mais altos, mirando na main division e seu troféu máximo: o IWGP Heavyweight Title. O mesmo título que foi erguido por nomes como Antonio Inoki, Bob Sapp, Yuji Nagata, Masahiro Chono, Tatsumi Fujiname, Big Van Vader e Brock Lesnar, entre outros. E que, nesse momento, estava em posse de Hiroshi Tanahashi. 

O cabelo mais bonito do pro-wrestling

Ciente de que mudanças precisariam acontecer para que ele fosse reconhecido como um competidor digno do cinturão, Devitt assumiu uma postura mais rebelde, adotando a persona do "real rock-n-roller". Após uma derrota contra os time splitters (Kushida e Alex Shelly) em uma disputa pelo cinturão de jr. tags, Devitt decide que a hora é agora: ele ataca seu então parceiro de time, Taguchi e, junto com Bad Luck Fale, que havia acabado de retornar de sua turnê de treino, eles avisam ao mundo que o resto do roster da NJPW estava sob ataque. 

Posteriormente, com a chegada de Tama Tonga e do "machine gun" Karl Anderson, teríamos a geração original do Bullet Club. 


Com o tempo, novos nomes iriam se juntar as fileiras do time, entre eles: Doc Gallows, Yujiro Takahashi, o irmão de Tama Tonga, Tanga Loa, o bone soldier original (never forget), os Young Bucks e por aí vai. 

Esse trope do "grupo de estrangeiros e bullies" é algo bem comum no pro-wrestling. Diabos, eu citei acima a NWO e tals (seu elemento de alteridade não era serem de um país diferente, mas serem de uma outra companhia. Mas isso é história pra outro dia). E desde o princípio do pro-wrestling, botar um estrangeiro escroto como vilão (ou heel) do herói (ou babyface) nacional é algo normal. Lembram do Wrestlemania 7? No mesmo período da primeira operação tempestade do deserto, o Mania VII tinha como main event o ULTRA-americano Hulk Hogan vs o evil colaborador dos iraquianos Sgt. Slaughter, luta que acontecia em meio a dezenas de milhares de fãs berrando a plenos pulmões "U.S.A!!! U.S.A.!!!!!. 

'Murica.

Mas, no caso do Bullet Club, algo aconteceu. Com a popularização da New Japan em território americano e posteriormente pelo resto do mundo, o grupo passou a ganhar popularidade. Cada vez mais, era normal ver fãs, em todas as promotions que os senhores imaginarem, com a camiseta com o logo da caveira e das balas. 



O tempo passou e pessoas entraram e saíram do time. Prince Devitt se tornou Finn Balor na WWE. AJ Styles tomou seu lugar e algum tempo depois, também partiu para a companhia americana. Kenny Omega lideraria o grupo em seu período mais popular, até também deixar a New Japan com os bucks, Cody e Hangman Page para formarem juntos a AEW. Jay White seria o líder seguinte, tendo recentemente deixado a promotion e ido para a All Elite onde a vaga de novo comandante do BC segue em disputa, com David Finley ocupando a posição ainda que de forma meio instável. 

Contexto dado, esse texto, minha singela homenagem ao grupo que é um dos responsáveis por fazer de mim um viciado em luta-livre, vai, a seguir, listar meus 10 momentos favoritos do grupo.

Agora, prestem atenção: eu disse "os melhores"? Nope

Eu disse "os mais importantes"? Não.

Eu disse os MEUS momentos favoritos do grupo. Provavelmente vão diferir dos seus e, hey, sem problemas com isso. Mas estes são os momentos que me trazem aquele quentinho no coração quando eu lembro que, "hey, eu tava lá, em 2016, vendo essas paradas rolando e pirando enquanto assistia".

Lá, em 2016. Não lá no Japão. Infelizmente.

Mas enfim, sigamos. 

PRÓLOGO: "WHAT YOU GONNA DO WHEN THE NWO COMES FOR YOU?"


 

 Porque, convenhamos, estamos todos "sobre os ombros de gigantes" aqui. 

1 - APOLLO 55 VS TIMESPLITTERS

Devitt após trair Taguchi, usando a máscara do Capitão New Japan. Não perguntem.

O começo de tudo, né? E uma luta insana de boa. A rapidez típica dos jrs. e seu ritmo insano e high fly moves, somada com a agilidade típica de tag matches. E ao final, com a traição de Devitt e a chegada de Fale, o mundo do wrestling jamais seria o mesmo.

2 - PRINCE DEVITT VS HIROSHI TANAHASHI


Eu não vou mentir: mesmo sabendo do final da luta, quando Devitt FINALMENTE consegue acertar seu finisher, o 1916, em Tanahashi, eu prendi a respiração aqui. 

3 - PRINCE DEVITT VS KOTA IBUSHI


O capítulo final de Devitt no Japão, onde ele finalmente perde o título de Jr. Heavyweight champion, que tinha em sua posse há mais de 400 dias. 

4 - AJ STYLES VS KAZUCHIKA OKADA


Rei morto, rei posto. O "phenomenal one", tal qual o homem que o antecedeu, também mirou na main division da NJPW. Mas se a missão já seria difícil antes, quando o campeão era o az do universo, agora, o homem no topo da montanha era o Rainmaker, seguramente um dos melhores wrestlers do mundo em atividade (ainda hoje, veja bem, 10 anos depois). Mas nada que não pudesse ser resolvido "with a little help of my friends". E finalmente, o Bullet Club consegue o cinturão de pesos pesados.

Uma digressão: eu adoro o tema de Styles na WWE. Mas, pela mãe do guarda, o tema dele na NJPW era algo especial, não? Eu adoro como sua sucinta letra resume perfeitamente o pathos do "phenomenal one". 


"FUCK YOUR DREAMS AND FUCK YOUR LIFE". Sem mais. 

5 - AJ STYLES VS SHINSUKE NAKAMURA


Depois de perder o título principal contra Tanahashi, AJ mira no segundo cinturão mais importante, o intercontinental title. O homem que precisava derrotar para consegui-lo: Shinsuke Nakamura, o rei do "Strong Style". E temos um clássico. Pela primeira vez, esses dois iriam um contra o outro e o resultado seria algo mágico que jamais seria replicado (e veja bem, a WWE tentou).

6 - YOUNG BUCKS VS TIMESPLITTERS



Na real, eu queria mesmo falar dos Bucks vs Suzuki gun, que foi quando os irmãos Jackson conseguiram os cinturões da jr. tag division pela primeira vez na promotion japonesa. Mas como eu não achei link pra luta, fica essa aqui, que eu também gosto muito. Sério: daqui a alguns anos, quando já estivermos todos mortos, a geração seguinte vai se perguntar "pessoal sabia que estavam vendo a melhor tag team que já existiu escrevendo seus nomes na história, diante dos olhos deles?". Se o pós vida existir, eu vou rir de todo mundo que prefere ignorar a importância insana dos Bucks pro pro-wrestling. E veja bem: isso apenas de uma perspectiva in ring. Nem estou falando do fato deles terem ajudado a fundar a companhia que FINALMENTE faz frente a WWE, depois de mais de década do quintal dos MacMahons ser quase um monopólio de luta livre em solo americano. 

7 - GUERRILLAS OF DESTINY VS THE GREAT BASH HEEL VS CHAOS


Essa luta provavelmente não está na lista de favoritos de nenhum fã sério de wrestling, mas foi um dos meus primeiros contatos com a NJPW e eu ri feito um animal vendo então, tá aqui. Sério, Steve Corino tendo que parar tudo pra rir com o "rico"linguajar dos G.O.D. bota um sorriso no meu rosto toda vez que eu revejo esse combate.

8 - AJ STYLES VS KOTA IBUSHI


Não só uma luta muito boa, mas que vai reintroduzir o lore envolvendo os Golden lovers, agora na NJPW. Rápido contexto pros novatos: Em um passado não tão distante, Kenny Omega e Kota Ibushi foram parte de uma tag team famosíssima chamada, vocês podem deduzir, Golden lovers. Com o tempo, e discussões sobre qual dos dois seria o melhor wrestler, houve uma cisão na dupla. Kota continuaria na promotion de origem, a DDT, enquanto Kenny iria pra New Japan, agora como parte do Bullet Club. O momento mais importante dessa luta ocorre quando Ibushi está prestes a finalizar o combate usando seu movimento, o phoenix splash, em Styles, quando, e eu vou tentar descrever isso da forma mais piegas possível, "seu olhar encontra o de Kenny por apenas um segundo, mas que parece durar uma eternidade". Esse lapso de hesitação permite que Styles contra ataque e consiga derrota-lo. O payoff dessa trama só viria anos depois, com a reunião dos GL. 

9 - KENNY OMEGA VS KAZUCHIKA OKADA


Okay, kemosabe... o que eu posso dizer sobre essa luta que já não foi dito milhares de vezes por pessoas melhores que eu? COM CERTEZA uma das melhores lutas de todos os tempos? Talvez uma séria candidata na discussão de "A" melhor luta do pro-wrestling? Eu diria que sim. A NJPW já vinha com popularidade em ascensão, mas foi ESTA luta, realizada na 11ª edição do evento principal da promotion, o Wrestle Kingdom, que botou o olhar do mundo inteiro na direção da companhia. Seria impossível, imaginaríamos, repetir a magia desse combate. E no entanto, eles conseguiram, mais duas vezes (convenhamos que, apesar de legal, a luta no G1 empalidece perto dos outros combates). No segundo maior evento da companhia, o Domínion, Kenny tentaria mais uma vez derrotar o rainmaker. Depois de 60 minutos insanos, o sino iria tocar, o tempo iria acabar e a luta terminaria como um empate. Apenas um ano depois, na edição seguinte do Dominion, Kenny conseguiria derrotar Okada e alcançar o topo da New Japan.

10 - THE YOUNG BUCKS VS THE GOLDEN LOVERS


Tal qual as 2 lutas anteriores nessa lista, essa aqui também combina movimentos de cair o queixo e um forte impacto emocional. Expulso do Bullet Club, Kenny e Ibushi finalmente fariam as pazes e poderiam se reunir como os Golden Lovers. No processo, fortes rusgas surgiriam entre Kenny e os Bucks, o que levaria a este combate. Não haviam cinturões em disputa ou posições no ranking da promotion. Não se tratava de nada além de 2 times em disputa pela posição de "a melhor tag do planeta". Em lutas anteriores, Matt havia machucado a parte inferior das costas, o que seria usado nesse combate e boy, OH BOY, como isso acrescentou pro combate. Assim como os olhares, os momentos de hesitação. Picos de fúria, seguidos de momentos de melancólica contemplação. Tudo culminando no instante em que Kenny vai pro seu finisher, o One winged angel, contra Matt. Ele inicialmente hesita, até que Matt lhe diz pra ir adiante.


Dude... arrepia tudo aqui só de lembrar. 


Estes são meus momentos favoritos do Bullet Club. Tive que deixar um monte de coisa legal fora, incluindo as lutas de Jay White contra Okada ou a guerra civil entre os membros do time. 

Dez anos depois, é fácil apontar que o BC não conta mais com a popularidade que já teve, apesar das onipresentes camisetas continuarem um sucesso de vendas. Em termos de influência, no entanto, o grupo continua imbatível. Devitt, agora Finn Balor, viria a ser NXT Champion e o primeiro Universal champion da WWE. AJ Styles seria - e ainda é - uma das jóias no roster da WWE, já tendo ganho o WWE title, teve uma feud lendária contra ninguém menos que fucking John Cena e continua, ainda que longe do main event, sendo presença garantida da companhia. Kenny, como já disse, iria pra AEW onde, anos depois, seria o campeão. Um dos maiores de todos os tempos, Omega vem em um ritmo insano. Já é bem público que, durante um tempo, ele lutou doente, aparecendo não só na All Elite mas também na IMPACT e na mexicana AAA. Depois de um período de molho, ele voltou e agora novamente, se divide entre os Estados Unidos e o Japão, onde é, atualmente, o NJPW united states champion. Diabos, Jay White deixou a New Japan não faz nem 3 meses e as discussões entre o fandom giravam em torno de com qual companhia ele acabaria assinando (spoiler: foi a AEW).


A WWE viria a tentar, com o Balor Club e os OC, emular o sucesso do BC, sem muito sucesso. Hoje, temos membros do time em pelo menos 4 ou 5 promotions, em pelo menos, se minha memória não me trai, 3 continentes diferentes (até recentemente eu nem sabia que existia um braço australiano do grupo). 

E sim, a atual formação do time carece de star power. Talvez alguém se junte aos atuais membros para desafiar a liderança de Finlay. Talvez, a New Japan acredite que possam "criar estrelas" e fazer do filho de Fit Finlay, um potencial main eventer. Mas com ex-membros tendo passado pela maioria das promotions nos rincões mais distintos do planeta, o poder de influência de fato do Bullet Club segue gigante. Ironicamente, provavelmente as duas únicas logos de pro-wrestling que a maioria dos fãs vai identificar, batendo os olhos na hora, são a da NWO e a do BC. 

Não dá pra dizer o que o futuro reserva pro grupo. Mas seu passado já garante um lugar de destaque na história do pro-wrestling junto com os Horseman, a NWO, a DX e outras stables de igual fama e influência. Quanto ao futuro? Ficam os meus mais sinceros desejos de que o amanhã do Bullet Club seja tão bizarro e subversivo e punk quanto foram em seus dias de glória. Que ele retome o status dentro da NJPW e no inconsciente do fandom de pro wrestling em geral. Que seja violento e divertido. E principalmente? Que seja too sweeeeeeeeeeeeeeeeeeeeeet.

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